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16 de maio de 2021

Baboseiras #80: Vizinhos

Os meus vizinhos.


12 de setembro de 2020

Baboseiras #79: Alterações na rubrica Ocasiões

 Novidades e alterações sobre a rubrica "Ocasiões: Telefonemas num Call Center".


11 de abril de 2020

Baboseiras #70: Opiniões sobre a quarentena

Ainda na fase de quarentena e isolamento, ouvem-se notícias e opiniões de todos os lados.



2 de março de 2020

Baboseiras #67: Descobrir portugueses – Televisão e telemóvel

A capacidade dos repórteres descobrirem portugueses em qualquer lado e a complicação que é usar o telemóvel quando se tem a televisão ligada.
http://archive.org/download/baboseiras67/Baboseiras67.mp3


1 de fevereiro de 2020

Baboseiras #65: Pensamentos corrosivos

Desta vez, partilho alguns pensamentos mais corrosivos, mais indignados. Há muita coisa parva neste mundo. Estou a perder a paciência com certos assuntos.



26 de janeiro de 2020

11 de janeiro de 2020

Baboseiras #63: Os podcast que ando a ouvir

Partilho aqui uma lista dos podcasts em formato audio que estou a ouvir neste momento e falo um pouco sobre eles.
Internacionais: Conan O'Brien Needs a Friend, Everyday VOpreneur, ID10T, The Joe Rogan Experience, Mohr Stories, The Tony Robbins Podcast, WTF, Howard Stern
Portugueses: Ar Livre, Brainstorm, Conta-me Tudo, A Beleza das Pequenas Coisas, Humor à Primeira Vista, Extra-Ordinário, O Podcast do Paulo Almeida, Caderneta de Cromos, TSF Open Mic, Tubo de Ensaio, Os Mal-Amados, XLR Ligado
Aproveito para pedir para seguirem os meus podcasts: Baboseiras, Monstros de Aço, Laughbanging - Comédia Metaleira. Tudo disponível no iTunes, Spotify, Mixcloud, Soundcloud, Youtube, etc.



14 de dezembro de 2019

Baboseiras #61: Testar um novo microfone

Comprei um novo microfone e estive a testá-lo, juntamente com uma mesa de mistura que era do meu irmão. Este episódio não tem grande mensagem. Só mesmo eu a mexer nos meus novos brinquedos.



30 de novembro de 2019

Baboseiras #60: A antiga e a nova tecnologia

Até nas novas tecnologias existe um controlo para roubar mais dinheiro ao consumidor. Nós podíamos ter aparelhos muito mais avançados, mas não temos porque as grandes empresas não querem. É o que eu acho.



23 de novembro de 2019

Baboseiras #59: As novas leis do YouTube

Estou a tentar perceber o que se passa com as novas leis do YouTube, que obriga que todos os utilizadores definam se o seu canal tem conteúdo para crianças ou não.



2 de novembro de 2019

18 de junho de 2019

Pensamentos

A honestidade começa quando a garrafa de vinho acaba.

Há coisas nas quais não faço a mínima ideia, por isso não sei.

O povo é que manda... segundo regras do Governo.

O objectivo de vida de um gato é dormir até à próxima refeição.

Sabes que o mosquito estava cheio de sangue quando o matas com um mata-moscas eléctrico e o quarto fica a cheirar a cabidela queimada.

Estou em directo a partir do sítio onde estou neste momento.

Gostava de fazer um transplante para ter olhos de pombo, para ver quem anda a falar de mim pelas costas.

Sabes que estás calmo demais, quando lavas as mãos no wc e a luz apaga-se por falta de movimentos.

Se fechares os olhos enquanto conduzes a 200 km/h, consegues ver alguns momentos da tua vida.

Os móveis do Ikea são como algumas mulheres: suecas.

Às vezes dou por mim a respirar.

De ontem para hoje envelheci 1 dia.

Estas vertigens fazem-me tonturas.

Hoje vi uma pessoa que se parecia com outra, mas afinal era ao contrário.

Há várias coisas que me estão a apetecer fazer. Só que não me apetece.

Sou alérgico a alergias.

Um mecânico só consegue trabalhar quando está com o rego à mostra.

Os ténis brancos atraem as solas de outros ténis.

A esperança é a penúltima a morrer. A última são as baratas.

Nestes últimos 2 meses a minha vida levou uma volta de 5 graus. Alguma coisa mudou, mas quase não se nota.

17 de junho de 2019

O que eu percebo de futebol

Eu não percebo quase nada de futebol. Não ligo muito ao desporto. Há algumas coisas que não gosto no futebol. Não é do desporto em si, não. Não tenho nada contra jogar futebol e até tenho amigos que são futebol. É um belo desporto e eu jogava muito quando era miúdo. Agora nem consigo correr 3 metros sem ficar a ofegar e com vontade de expelir o almoço.
Mas, do que é que eu não gosto? Por exemplo, das atitudes extremas de muitos adeptos.
-"Não gostas???? Estás a falar mal do futebol e de nós??? Experimenta sair à rua que levas uma carga de porrada, ó palhaço. Parto-te essa boca toda que é para não estares para aí a dizer que somos violentos."

Também não gosto de ver quantidades enormes de dinheiro num desporto em comparação com outras profissões. Não tenho nada contra os jogadores, mas ver alguém que dá toques na bola como profissão ganhar milhões de euros, enquanto um professor, um médico, um bombeiro ou outra pessoa que provavelmente foi crucial para o sucesso desse jogador e só ganhar o ordenado mínimo, há qualquer coisa que não está aqui bem.

A situação que mais me irrita é a importância que a comunicação social dá ao futebol. Um destes dias liguei para um canal de televisão e estavam a falar do Campeonato, liguei para outro e estavam a falar das contratações no Sporting e no outro na corrupção no Benfica. E eram canais generalistas. Tive que mudar para o 24Kitchen, um canal de culinária, para tentar ver qualquer coisa que não seja futebol. O pior é que a cozinheira estava com um cachecol da Seleção. Por isso, desliguei a televisão e fui ouvir heavy metal.

Mas eu não quero descrever só coisas negativas do futebol, nem tão pouco de clubes específicos. Até porque o futebol é dos temas mais sensíveis que há em Portugal. Se queres chamar atenção, fala de futebol. Aliás, eu dou-te as seguintes dicas:
Queres fazer um vídeo viral? Faz um sketch sobre um clube futebol.
Queres fazer uma música de sucesso? Compõe uma música que fale sobre um clube futebol.
Queres receber elogios pela internet? Faz uma piada sobre um clube futebol.
Queres receber insultos e ameaças pela internet? Faz uma piada sobre um clube futebol.
Queres que te deixem em paz? Não faças nada sobre futebol.

Em alturas de campeonatos, é inevitável falar desse desporto. E vê-se muita gente equipada para ver os jogos: com cachecol, smartphone com bateria totalmente carregada e as aplicações Facebook, Instagram e Twitter abertos.

Volto a lembrar. Eu não percebo muito disto. Só para vocês verem, há uns anos anunciaram um  jogo entre o Benfica e o Nacional e eu fiquei confuso porque pensei que o Benfica ia jogar contra a Seleção Nacional.

Há muitas expressões no futebol que não sei o significado mas vou aprendendo aos poucos. Só há pouco tempo é que aprendi as expressões "hat-trick" e "trivela". Mas faz-me confusão. Isto porque, "hat-trick" normalmente é associado a quem marca golo 3 vezes seguidas num jogo.
Já a "trivela" é um tipo de remate executado com a parte exterior do pé. Eu vi isso no jogo Portugal x Irão em que o Quaresma remata e a bola passa por cima dos jogadores.
Pois eu acho que os nomes estão trocados. Esse remate que passa por cima dos jogadores é que se devia chamar "hat-trick". Hat é chapéu e aquilo mais pareceu um chapéu que ele fez ("chapéu" também é uma técnica de futebol, isso eu sabia). Mesmo que a bola não passe por cima dos jogadores, o remate não deixa de ser espetacular parecendo um truque de quem rematou. Trick. Por isso, acho que ficava melhor aí.
E quando se marca golo 3 vezes é que se devia chamar de "trivela". Tri, três.

E as designações oficiais para designar certos elementos do jogo? Por exemplo, nos meus tempos de miúdo eu ouvia a expressão "Fora". Agora oiço "Lançamento de linha lateral". Aliás, eu antes pensava que fora-de-jogo era mesmo quando jogador saía fora do jogo. Do estádio, por exemplo. Ele já ia no parque de estacionamento e tudo.
Em vez de penalty, já ouvi "Remate da marca de 11 metros". Em vez de golo, já ouvi "Finalização".
Qualquer diz, em vez de relatarem um golo desta maneira:
-"Golooooooo..."
Relatam assim:
-"Foi efetuada com sucesso a concretização da finalizaçãoooooooooo..."

Pronto. São estas coisas que me têm feito confusão. Eu sei que me devem estar a chamar de burro, ignorante, que não percebo nada disto e só estou a dizer coisas parvas e que devia estar calado. Pois para quem pensou isso, o que tenho a dizer é: Tens toda a razão.


16 de junho de 2019

Palavras e expressões que me irritam



Há palavras que me irritam. Não é pelo significado, porque algumas até são bem positivas. Mas irritam-me. Não sei se será da "sonoridade" da palavra ou o facto de alguém a dizer.
É o caso das palavras: Contraproducente, Auto-suficiente, Saudosista e Assertivo. Não sei porquê, mas irritam-me.

Uma palavra que ouvi há pouco tempo e que até acho graça é: Transfega. Ou será Trasfega? É que na televisão muitos dizem Transfega, mas na internet e nos dicionários diz Trasfega. E a palavra significa: transferir de um recipiente para outro. Ou seja, é "transferir" e não "trasferir". Por isso, não percebo porque é que não é Transfega, mas sim Trasfega. Pronto, já me irritei com essa palavra também.

Algumas expressões ou ditados também me irritam. Não só pela sonoridade (estou a ver que me irrito com pouco), mas também pelo significado, até porque para mim não fazem sentido.
Por exemplo:
"É ouro sobre azul" - isto até deve ter alguma história por detrás deste ditado, mas acho parvo. Costumam dizer isso quando é alguma coisa boa, uma situação perfeita, sei lá. Para mim, perfeito não é "ouro sobre azul", mas sim "ouro dentro do meu bolso". Isso sim. Quero lá saber do azul para alguma coisa.

É como a expressão "É a cereja no topo bolo" - Para mim, isso é mau. Eu gosto de cereja, mas comer isoladamente. Não gosto de alterações e misturas. Eu gosto muito daquele bolo chamado Pirâmide. É aquele bolo de chocolate, com chantilly e cereja no topo. Pois, eu como o bolo todo e deito fora só a cereja. É a parte que menos gosto. Por isso, uma coisa perfeita para mim não é "a cereja no topo do bolo", mas sim, "o whisky no bolo inteiro".

Outra expressão. "Não ganhou para o susto." - Bastava dizer: "Assustou-se", Agora, não ganhou o quê? E se ganhasse para o susto, ganhava o quê? Assustou-se ou não se assustou!

"Chegou a vias de facto." - Esta expressão parece incompleta. A vias de facto... qual facto? E se alterasse a ordem das palavras e ficasse "Chegou, de facto, a vias". Faria algum sentido, mas ficaria incompleto. "Chegou a vias de facto." Qual quê? Bastava dizer: "Fez porcaria".

Outras expressões que, para mim, não fazem sentido nenhum:
"Não há duas sem três" - Está mal. Devia ser "Não há três sem duas". Se tu tiveres duas, podes não ter três, porque tinhas de ter mais uma, que não tens. Agora se tens três, obrigatoriamente tens duas. E uma. Estás a perceber? Não? Pois eu também não.
Outra: "Não há bela sem senão" - mas o que é isto? "Não há bela sem senão"? Não faz sentido nenhum. Já agora, porque não as expressões: "Existe frio sem talvez" ou então "Não se tem quadrado apesar de qualquer". Gostam?

E a expressão: "De armas e bagagens" - Mas alguém anda com armas? Experimenta passar no aeroporto com armas e bagagens. Só se fores um americano branco do sul dos Estados Unidos. Aí talvez passes.

Uma expressão que se percebe o significado mas irrita-me quando dizem isso porque parece que querem ser engraçados. "Foi uma prenda de Natal antecipada". E cada vez dizem isso mais longe do Natal. Para quê? É para arranjarem uma desculpa para não darem presentes no Natal? E dizem isso nas mais variadas situações. Oiço muito nos telejornais:
"Flávio Cebolo cortou a meta em 1º lugar na Maratona de 15 de Maio na Charneca do Lumiar. Foi, de facto, uma prenda de Natal antecipada."
Epá, foi em Maio!!! Natal? É já para ele não receber nada?
-"Então, Flávio? O que recebeste neste Natal?"
-"Nada. Zero. Ninguém me deu nada."
-"Nada, não é bem assim. Sei que recebeste pelo menos uma taça na Maratona de 15 de Maio na Charneca do Lumiar. Já é bem bom."

As próximas expressões oiço-as muitas vezes ditas por políticos para dizer que algo está a ser feito mas na verdade não está nada. Só que, para sossegar o jornalista e o povo, dizem coisas como:
"Estão accionados todos os mecanismos." ou então "Estão reunidos todos os ingredientes necessários."
Quais mecanismos? Quais ingredientes? Estás a trabalhar em mecânica? Em culinária? Nem sabes do que é que estás a falar. Diz antes "Olha, não sei o que vai ser feito". Pronto. Diz logo a verdade.

Há também expressões que exageram a situação. Uma, eu oiço muito quando fazem reclamações que é:
"E qual não é o meu espanto." - Diziam isso muitas vezes quando eu trabalhava num jornal de anúncios a reclamar.
-"Telefonei para colocar um anúncio. Comprei o jornal... e qual não é o meu espanto, quando não o vi o anúncio publicado."
A sério que te espantaste? Abriste o jornal e fizeste "aaaaAAAAHHHH".
E depois dizem isso em situação básicas.
-"Disseram na televisão que ia estar céu limpo. Saio eu à rua, olho para cima... e qual não é o meu espanto, quando vejo uma nuvem. Assim não pode ser."

E estas que são muito ditas pela comunicação social sobre algo que de repente circula muito na internet. Expressões como: "Fez furor na internet", "Incendiou as redes sociais".
Ui... Desastre, catástrofe, computadores a voar, a explodir. É o fim do mundo.

Bom, já chega de irritações. Se continuo a falar sobre isto, ainda chego a vias de facto. É que com estas expressões, ficam reunidos todos os ingredientes necessários para accionar todos os mecanismos para haver desastre e assim incendiar as redes sociais e fazer furor na internet. Se bem que, com isto, poderei ganhar milhões de audições no podcast, o que seria ouro sobre azul ou, nesta altura do ano, uma prenda de Natal antecipada. Mas depois ainda acordo de manhã e, qual não será o meu espanto, quando aparecerá milhões de comentários ofensivos. E depois não ganho para o susto. Por isso, olha, não há bela sem senão e vou conter-me desta vez, porque não há duas sem três e também porque não se tem quadrado apesar de qualquer.


25 de maio de 2019

Baboseiras #51: Votar a partir dos 16 anos - Música no carro

O PAN sugeriu que a idade mínima para votar desça para os 16 anos. Digo aqui a minha opinião. E também falo sobre a música que as pessoas ouvem no carro em altos berros.



18 de maio de 2019

Baboseiras #50: Passar na passadeira - O Whatsapp

Neste episódio falo sobre o irritante que é os condutores fingirem que não vêm os peões passar na passadeira e também sobre a forma como dizemos "Whatsapp".